terça-feira, 30 de dezembro de 2008
RECURSOS VIRTUAIS PARA ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
É a ciência que lida com a coleta, o processamento e a disposição de dados (informações), atuando como ferramenta fundamental no processo de solução de problemas. Trata da coleta de dados informativos e da interpretação destes, facilitando o estabelecimento de conclusões confiáveis sobre algum fenômeno que esteja sendo pesquisado e/ou estudado.
2. Aplicações
Grande parte das informações divulgadas pelos meios de comunicações atuais provém de pesquisas e estudos estatísticos. Os índices de Rendimento Escolar (IDEB), da inflação, de emprego e desemprego, mercado financeiro, saúde entre outros divulgados e analisados pela mídia, são um exemplo de aplicação da Estatística no nosso dia a dia.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, ao qual a Escola Nacional de Estatísticas está vinculada, é o órgão responsável pela produção das estatísticas oficiais que subsidiam estudos e planejamentos governamentais no país.
3. Elementos essenciais do estudo estatístico
3.1. População – É o conjunto de todos os dados (informações) pesquisados.
3.2. Amostra – É a análise de uma parte da população (usada quando não é possível analisar a população) e que de forma convencional pode-se generalizar e atribuir os resultados para a população.
4. Como trabalhar as informações
Qualquer informação pode ser apresentada de maneira simplificada: na forma de tabela, a qual chamamos de tabulação de dados, e, através de gráficos.
4.1. Tabela
É formada por linhas e colunas. O número e a ordem das colunas e linhas não são fixas, ou seja, é variável, pois depende da quantidade de informações. Cada coluna e linha podem possuir um nome que depende do tema da pesquisa.
Rendimento Escolar Bimestral
4.2. Gráfico
O Gráfico é um instrumento que possibilita transmitir muitas vezes o significado de planilhas ou tabelas complexas de uma forma mais eficiente e mais simples. Para se criar um gráfico é preciso primeiro conhecer o tipo de informação que se deseja transmitir, pois um gráfico poderá informar de forma visual as tendências de uma série de valores em relação a um determinado espaço de tempo, a comparação de duas ou mais situações.4.2.1. Tipos de Gráficos
Cada tipo de gráfico é adequado para uma diferente situação a ser analisada. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas do assunto em questão, tornando desta forma o desenho do gráfico sem qualquer efeito aproveitável. Entre gráficos mais utilizados estão: Linhas, Setores, Colunas, Barras, pictogramas.
4.2.2. Algumas recomendações podem ser úteis na construção de um gráfico, permitindo que ele atinja seu objetivo, que é o de dar informações. São elas:
- O gráfico deve comunicar direta e rapidamente;
- O gráfico deve enfatizar uma mensagem completa, coerente e decisiva;
- Obrigado(a), gráfico deve ser convincente e não apontar uma coisa ou outra;
- O gráfico deve ser revelador, mostrar e não ressaltar os aspectos escondidos e relações, bem como auxiliar o pensamento analítico e investigativo;
- A aparência do gráfico deve atrair a atenção e despertar o interesse do leitor, fazendo com que os dados sejam mais atraentes e provocativos.
4.3.1. Cabeçalho ou título – Elemento que dá idéia da temática em estudo, sobre o que se fala, do que se fala, o que está sendo exposto e o que foi analisado.
4.3.2. Legenda – Elemento que contribui para uma melhor compreensão das informações exposta numa tabela ou gráfico.
4.3.3. Fonte de pesquisa – Elemento que dá suporte à veracidade da pesquisa, coleta de dados, análise e exposição dos resultados.
5. Tratamento das informações (passo-a-passo):
Primeiro passo – Pesquisa e/ou estudo da temática ou problemática a ser analisada;
Segundo passo – Coleta de dados – informações retiradas de pesquisa e/ou estudo realizado;
Terceiro passo – Tabulação dos dados;
Quarto passo – Escolha do gráfico adequado e organização dos dados no gráfico escolhido;
Quinto passo – Apresentação de conclusão (análise reflexiva) referente à pesquisa e estudo realizado.
6. Elementos básicos de estudos estatísticos
6.1. Freqüências
6.1.1. Absoluta – É o valor real;
6.1.2. Relativa – É a taxa percentual.
6.2. Porcentagem (percentagem, taxa percentual).
É uma razão que compara grandeza de mesma natureza.
6.3. Média aritmética
A média de um conjunto de valores numéricos é calculada somando-se todos estes valores e dividindo-se o resultado pelo número de elementos somados, que é igual ao número de elementos do conjunto, ou seja, a média de n números é sua soma dividida por n.
6.4. Média aritmética ponderada
Quando existem casos onde há ocorrências relativas diferentes a determinadas informações, o cálculo da média deve levar em conta a esta importância relativa ou peso relativo. Este tipo de média chama-se média aritmética ponderada. Ponderar é sinônimo de pesar. No cálculo da média ponderada, multiplicamos cada valor do conjunto por seu "peso", isto é, sua importância relativa e dividimos pela soma dos mesmos.
6.5. Moda
É o valor que aparece com maior freqüência num conjunto de dados numéricos.
6.6. Mediana
É o valor central de uma seqüência de valores segundo uma ordem crescente ou decrescente, ou seja, é igual ao número de valores mais um dividido por dois.
7. Calculadora
A calculadora é hoje um objeto comum em nosso dia a dia. Saber manuseá-la é importante em diversas situações. Sua utilização pode favorecer certas habilidades na Matemática, o que torna importante conhecer mais sobre este objeto e compreender alguns de seus mecanismos a fim de tirar o máximo de proveito.
7.1. Operações de Porcentagem usando calculadora
Divide-se a parte do total pelo total, multiplica-se o resultado em seguida por 100 (cem), assim obtemos a porcentagem da parte em relação ao total.
Exemplo: Numa turma de 48 alunos, 6 faltaram. Qual a porcentagem de alunos faltosos?
6: 48 = 0,125 ð 0,125 x 100 = 12,5. Assim temos: 6 alunos = 12,5%
8. Arredondamento de dados
Quando trabalhamos com números decimais é necessário (conveniente) suprimir unidades inferiores às de determinada ordem. Esta técnica é denominada arredondamento de dados. Uma das formas de se fazer o arredondamento é a seguinte:
8.1. Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 0, 1, 2, 3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer.
Exemplos: 53,24 passa a 53,2; 44,03 passa a 44,0
8.2. Quando o primeiro algarismo a ser abandonado é 5, 6, 7, 8, ou 9, aumenta-se de uma unidade o algarismo a permanecer.
Exemplos: 53,87 passa a 53,9; 44,08 passa a 44,1; 44,99 passa a 45,0; 24,75 passa a 24,8.
Obs: Não devemos nunca fazer arredondamentos sucessivos.
Exemplo: 17,3452 passa a 17,3 (e NÃO para 17,35 e depois para 17,4).
Referências
BONJORNO, José Roberto. AYRTON, Regina Azenha Bonjorno. Olivares. Matemática: Fazendo a Diferença. 1 ed. São Paulo: FTD, 2006.
DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de matemática. São Paulo: Ática, 2000.
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica – Inferência. V 2. São Paulo: Makron Books, 2000.
COSTA NETO, P.L.O. Estatística. Edgard Blucher, 2002.
FREUND, J.E., SIMON, G. Estatística Aplicada. Bookman Companhia Ed. 1999.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Querido(a) Mestre(a),
sábado, 11 de outubro de 2008
Felicidade é ter amigos.

Que neste período que ainda estaremos juntos possamos consolidar a cada dia esse bem precioso que chamo de AMIZADE.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO
A educação é o desenvolvimento de potencialidades, habilidades e a apropriação de conhecimentos, atitudes e valores, que são produzidos pelas de relações e experiências dentro de um contexto e jogo de interesses e necessidades, numa buscar que permitam uma melhor compreensão da realidade que envolve a capacidade de fazer valer os próprios interesses econômicos, políticos e culturais. A educação proporciona e leva os educandos a interagir na sociedade, buscando o seu espaço dentro da sociedade dominante e para se libertar e conseqüente participação do mundo globalizado.
O desenvolvimento tecnológico de informações surge com novo um centro de referência educacional que transforma o saber ensinar em saber aprender objetivando preparar os educandos para uma nova forma de pensar e trabalhar com maior rapidez, renovando o processo de ensino aprendizagem. E, nesse contexto, a informática surge na educação pela necessidade de se romper fronteiras, com uma modernidade frente a forma pedagógica educacional, renovando o trabalho com conteúdos programáticos, propiciando ao educando, eficiência na construção do conhecimento, transformando a sala de aula num espaço de interação através de trocas de experiências.
Entretanto, esta forma de aprender precisa ser revista, pois as instituições educacionais necessitam estruturarem-se e adequar-se com salas e computadores, e, em conseqüência deve-se proporcionar formações para os educadores objetivando a qualificação e apreensão de conhecimento tecnológicos e pedagógicos para o uso dessas ferramentas, e como utilizar a informática de forma mais proveitosa e educativa possível, pois a informática é uma realidade na vida social, desconhecer esta nova tecnologia é estagna-se no presente, ou mesmo regredir para o passado.
A introdução do computador no ambiente escolar é uma necessidade para o crescimento de uma nova pedagogia dentro de uma perspectiva de facilitar, reforçar ou motivar o estudo das disciplinas curriculares didáticas renovadas a partir da seleção de programas didáticos e criar programas pedagógicos baseados nas experiências pedagógicas colocando o educador deste processo informatizado consciente da importância do seu papel, sabedor de que não é ele quem deve indicar o que é próprio de cada educando, mas sim estar constantemente atento para o desenvolvimento de potencialidades e habilidades.
Diante disso, é importante que educadores e educandos busque através da interatividade com a tecnologia passe a ser agentes ativos neste processo de aprendizagem com objetivos direcionados para a construção e crescimento a partir da tecnologia de informação e comunicação levando a socialização do conhecimento a uma situação transformadora das práticas pedagógicas dentro uma interação num processo cooperativo e colaborativo.
Referências
http://penta3.ufrgs.br/videos/
http://penta3.ufrgs.br/animacoes/indexInternetEvolucao.html
http://www.imasters.com.br/artigo.php?cn=2590&cc=149 http://penta2.ufrgs.br/edu/alfabetizacaovisual/
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
HIPERTEXTO: Porta para um novo ambiente.
HIPERTEXTO: Porta para um novo ambiente.
Antonio Luis Oliveira Rocha
Quem nunca se deparou com um termo desconhecido na leitura de um texto, e que para compreendê-lo sentiu a necessidade de abrir um dicionário ou buscar em outras fontes bibliográficas a sua compreensão? Acredito que todos os leitores já se depararam com esta situação.
Para a escrita digital, alguém teve a brilhante idéia de minimizar ou mesmo eliminar este incômodo, ao criar um mecanismo que a partir de um simples clique do mouse em cima de uma palavra, frase ou imagem, fazia com que o leitor mergulhasse pelo texto em busca do seu melhor entendimento. Eis uma das grandes possibilidades disponibilizadas pelo hipertexto.
De acordo com Landow, o termo hipertexto foi definido em primeira mão por Ted Nelson no início dos anos 60, significando uma "escrita/leitura não-seqüencial, não-linear", a definição de escrita não seqüencial apresentada pelo mesmo autor é um texto com vários caminhos que permite que os leitores façam escolhas, e que são melhores lidos numa tela interativa. “Popularmente, são concebidos como uma série de pedaços de textos conectados por links que oferecem ao leitor diferentes caminhos.”.
Segundo Pierre Lévy (1993), tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou parte de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. E são justamente esses nós que permitem a supressão da linearidade e da hierarquia das páginas no processo de leitura, pode-se dizer que o acesso das páginas segundo a sua distribuição no sistema hipertextual, é feita de forma subversiva, mas uma subversão no sentido de não obedecer a uma seqüência lógica das informações contidas em um determinado arquivo, ou seja, o leitor pode clicar somente quando sentir necessidade de conhecer algo a mais na página explorada.
REFERÊNCIA:
LANDOW, George P. O Hipertexto: introdução e características. Disponível em: http://www.unb.br/fac/ncint/site/parte31.htm. Acessado em 16/09/2008.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro, Ed. 34. 1993.